A relação entre sustentabilidade e financiamento está, há muito, no centro da forma como a SFgo acompanha as empresas. O desafio passa cada vez mais por conhecer os riscos, antecipá-los e integrá-los na tomada de decisão.
Num contexto em que o risco influencia diretamente as condições de financiamento, o desconhecimento ou a ausência de informação estruturada pode traduzir-se num custo acrescido para as empresas. Quanto menor for a capacidade de identificar, avaliar e demonstrar a gestão dos riscos ESG, maior tende a ser a perceção de risco por parte dos financiadores — e, consequentemente, maior o impacto nas condições de acesso ao financiamento.
A intervenção de Joana Carvalho reforça uma convicção que a SFgo partilha: a questão não é se a sustentabilidade é um custo ou uma oportunidade — é o custo da incerteza. Empresas que não conseguem explicar ao banco como estão preparadas para o futuro acabam por enfrentar spreads mais elevados e um acesso mais restrito ao crédito.